Trago nos olhos o carinho do teu olhar,
O teu silêncios mordiscam-me as orelhas,
O teu calor arde-me nos braços vazios,
Tu não saberás nunca a falta que me fazes,
E eu não to direi nunca,
Ainda que tu venhas aqui ler-me,
Ainda assim, consigo sentir a ternura da tua tua face,
E o sorriso que esboças neste momento,
Mas não te preocupes, eu não digo a ninguém que estiveste aqui agora!
O teu silêncios mordiscam-me as orelhas,
O teu calor arde-me nos braços vazios,
Tu não saberás nunca a falta que me fazes,
E eu não to direi nunca,
Ainda que tu venhas aqui ler-me,
Ainda assim, consigo sentir a ternura da tua tua face,
E o sorriso que esboças neste momento,
Mas não te preocupes, eu não digo a ninguém que estiveste aqui agora!
Hoje apeteces-me,
E quanto menos te vejo,
Mas o meu desejo aumenta,
Fico aqui a pensar em nós dois,
Aconchegados no sofá,
Ausentes do mundo lá fora,
Hoje tanto ou mais que noutro dia qualquer,
Quero sentir a tua mão a apertar a minha,
O teu olhar apetitoso,
O teu sorriso malandro,
É...hoje eu e tu,
Aqui juntinhos no sofá,
A fingir que não há mais ninguém no mundo,
Anda...apeteces-me,
Sabes, por vezes não sei o que te dizer,
Sobram-me as palavras,
Que deixo por te dizer,
Por isso venho aqui escreve-las,
Não é por falta de sentimento,
Nem por falta de vontade,
Sabes, eu podia abrir-te o meu coração,
Mas está cheio de segredos,
Lugares lindos e outros tenebrosos,
Mas há um espaço no meu coração,
Que é só teu,
E é onde guardo, toques, sabores, carinho, ternura, desejo e amor por ti,
Eu poderia dizer-te tudo isto,
Mas será que me queres ouvir?
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