Neste negro mundo a que chamo mente, deambulo livremente entre pensamentos, memórias e fantasmas. Agonizo a cada grito, a cada lágrima, a cada gota de sangue. Estou preso a mim mesmo, com correntes enferrujadas pelo tempo.... Tempo esse que não passa.... Não há palavras que descrevam... ainda não foram inventadas, ou se calhar até foram, mas o peso que carregam é demasiado para serem proferidas... Neste mundo tão meu uso-as livremente.... mas não as consigo materializar. Tento fugir da minha dor, mas acabo por fugir de mim... Não me conhecem, apenas vêem as cicatrizes, não vêem .... Mas tu... Tu que vieste atrás... Que não permitis-te que de ti fugisse... Viste além das cicatrizes, além da pele, viste que não sou a pele que visto. Não sou a pele... sou... tu. És aquela raio de luz preta que estilhaça como vidro tudo o que se fortifica. Fugi tanto que acabei por me apanhar, em ti.
Take my hand....
Hold her tight....
But if you do....
Don't let go....
Take me....
Lets dance naked in this sea of pain at the moonlight....
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